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Em: 03/09/2018

Christino trabalhou para garantir a redução do ICMS sobre o óleo diesel no estado

No dia 21 de março de 2018 o Brasil parou. Caminhoneiros de todo o país cruzaram os braços pedindo por melhores condições de trabalho para categoria, que literalmente transporta o Brasil. No estado do Rio de Janeiro, as centrais de distribuição ficaram vazias e postos sem combustíveis.
Durante a greve, Christino participou de reuniões do Gabinete de Crise que promoveram diálogos com os caminhoneiros e ações que garantiram o reabastecimento dos postos de combustíveis, como a redução do ICMS. Christino também trabalhou para apoiar os agricultores familiares que tiveram muitos prejuízos durante a greve.

Redução do ICMS

Christino também participou da votação do projeto de lei do Estado que reduziu a alíquota de ICMS sobre o diesel de 16% para 12%. O ICMS é um imposto que incide sobre a circulação de produtos como eletrodomésticos, alimentos, serviços de comunicação e transporte intermunicipal e interestadual, entre outros. A arrecadação desse tributo é encaminhada para os estados e usado por eles para as diversas funções. E essa foi uma das principais reivindicações dos caminhoneiros. A lei de redução do ICMS foi sancionada em julho, agradando os representantes do setor.

Segurança nas estradas

Outra reivindicação dos caminhoneiros durante a greve era a falta de segurança nas estradas do estado do Rio. Para minimizar o problema da segurança, Christino criou o Fundo Estadual de Investimento e Ações de Segurança Pública (Fised). O Fised recebe verbas dos royalties do petróleo e é uma garantia de investimentos em segurança pública mesmo em tempos de crise.
Neste ano já foram repassados R$ 90 milhões pro Fundo. Só para o pagamento do Regime Adicional de Serviço (RAS), até setembro, serão R$ 34 milhões, o que permitirá que mais 1.500 PMs trabalhem diariamente nas ruas. Os recursos servirão ainda para a compra de armamento para a PM (R$ 5 milhões); aquisição de equipamentos para a polícia técnica (R$ 1,6 milhão); para saldar passivos (R$ 10 milhões); e para custear despesas de conservação dos prédios dos órgãos de segurança (R$ 19 milhões).