03set
Em: 03/09/2021

Em reunião com o diretor da companhia, deputado viabilizou importante ação para solucionar a questão

Um dos fatores de maior custo na produção para os pequenos produtores rurais é o alto preço do milho. Sejam eles avicultores ou pequenos produtores de leite que utilizam o produto para ração, o alto valor do produto atinge a todos financeiramente.

Como a produção do Estado do Rio é relativamente pequena e não é compatível com os volumes consumidos, insuficiente para atender à demanda, o milho costuma ser adquirido, geralmente, da Região Centro-Oeste. Devido a vários fatores, houve aumento do preço do grão para produtores fluminenses.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que tem reguladores do produto, liberou os estoques para que os pequenos produtores possam adquirir o milho. Mas, no Estado do Rio, a Conab não tem mais galpões.

Para ajudar os pequenos produtores e solucionar a questão, o deputado federal Christino Áureo (PP-RJ), acompanhado da Superintendente Federal de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro, Stella Romanos, esteve reunido, nesta semana, em Brasília, com José Trabulo, diretor de operações da companhia.

Entre os assuntos abordados no encontro, está a Medida Provisória 1064/21, que institui o Programa de Venda em Balcão (ProVB). Ela tem como objetivo facilitar o acesso dos pequenos criadores de animais a estoques públicos de milho mantidos pela Conab.

 

 

Passo importante

– Tivemos uma conversa muito boa. O diretor se comprometeu a viabilizar a locação de um galpão para que os produtores fluminenses tenham acesso ao milho com valor bem mais baixo do que é pago hoje. Uma ação muito importante, que vai baratear o custo e melhorará as condições desses produtores – afirma o deputado.
Stella Romanos destaca a atuação do deputado para equacionar o problema.

– O deputado Christino Áureo conseguiu que a Conab alugasse um galpão, porque depende de toda uma logística. A Conab vai terceirizar esse processo para poder ensacar e vender o milho para os pequenos produtores. O resultado é que os produtores vão comprar um milho a granel pelo preço que as grandes granjas compram por atacado, ficando mais barato para os produtores – pontua a Superintendente.