26mar
Em: 26/03/2021

A norueguesa Equinor anunciou a instalação de empreendimento na região, possibilitando desenvolvimento e abertura de postos de trabalho

Os efeitos da aprovação definitiva da nova Lei do Gás começam a dar os primeiros sinais. A norueguesa Equinor anunciou que instalará uma unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO) na Bacia de Campos, onde detém 30% da área – a Petrobras possui 35%. Uma ação que beneficiará o Norte Fluminense, proporcionando desenvolvimento para a região, com reindustrialização e abertura de postos de trabalho. O novo empreendimento será conectado ao Terminal de Cabiúnas, em Macaé.

Presidente da Frente Parlamentar para o Desenvolvimento Sustentável do Petróleo e Energias Renováveis (FREPER), o deputado federal Christino Áureo (PP-RJ), ressalta a importância desse movimento, que vai na linha do que ele sempre defendeu durante a articulação para a aprovação do novo marco regulatório do gás. A matéria foi à sanção presidencial.

– Nós sempre destacamos, entre tantos benefícios, que a nova Lei do Gás abriria o mercado e atrairia investimentos. Com esses dutos que trarão gás para o continente, haverá a possibilidade de ampliação de instalações como a Cabiúnas. Muito importante na produção do gás de cozinha e, também, no abastecimento das térmicas. Diante de uma crise sanitária e econômica como a que vivemos, investimentos são fundamentais para a retomada do país – explica Christino Áureo.

Mais investimentos

A Nova Transportadora do Sudeste (NTS), empresa de gasodutos, deverá investir cerca de R$ 950 milhões nos próximos cinco anos. A possibilidade mais próxima é o gasoduto Itaboraí-Guapimirim, no Estado do Rio. O objetivo é conectar as novas unidades de processamento de gás natural (UPGNs) da Petrobras no Polo GasLub, que deverá iniciar operações em breve, junto à malha nacional.